Fev 27

Li ontem uma notícia que me me deixou espantada: Apesar de todas as campanhas contra a obesidade infantil está não para de crescer e de atingir valores mais alarmantes. Para que percebam o quão importantes é esta campanha pensem no que acontece a 50 % das crianças  obesas: As artérias carotídeas (que transportam o sangue até ao crânio) de crianças e adolescentes obesos são idênticas às de um adulto de 45 anos. Um estudo indica que um aumento na espessura destas artérias, em crianças e adolescentes, pode provocar ataques cardíacos ou acidentes vasculares cerebrais, refere a Lusa.

Os investigadores mediram a espessura das paredes interiores das artérias em 34 meninos e 36 meninas que sofrem de excesso de peso e/ou obesidade. A idade média deste grupo era de 13 anos.

É  preciso inverter esta tendência. Qualquer dia os ataques cardíacos aos 10 anos, deixam de coisas só de filmes.

Fev 20
Dicas para Actividades
posted by: admin in Geral on 02 20th, 2009 | | No Comments »

Para acabar com as desculpas de que já não sabemos o que fazer para manter os miúdos ocupados fica uma lista de sugestões… Talvez os jogos tradicionais sejam uma boa opção .
Recupere- os, jogue-os com as suas crianças, verá como se divertem. Além do mais estes jogos proporcionam actividade física, muito além do que aquilo os jogos de computador conseguem fazer!

Recorda-se do jogo da macaca? Desenhe no chão, por exemplo, de uma varanda, este jogo.

Faça esta sugestão na escola dos seus filhos!

E que tal voltar a experimentar o jogo do lenço?

Ofereça cordas de saltar, sugira às crianças que organizem concursos de “salto à corda”

Transforme o subir / descer escadas como uma forma divertida de ensinar o seu filho a contar

Dancem com ritmo, é uma actividade física saudável

Se tem um terraço ou quintal, que tal colocar um cesto de basket?

Crie o seu cantinho da jardinagem, aproveite esta actividade para estar com o seu filho

Combine um piquenique ao ar livre em família

Andem de patins, de bicicleta…joguem à bola

Recorde-se que o objectivo da actividade física deve ser a diversão, mais diversão e ainda mais diversão!

Fev 13
Comer ou não comer
posted by: admin in Alimentação on 02 13th, 2009 | | No Comments »

Qualquer pai, ou mãe na hora da escolha de um infantário para deixarem os filhos costumam ter em conta a alimentação que lhe vai ser prestada nessa instituição.

mas são esses mesmos pais que são exigentes na alimentação dada pelo infantário, que em casa lhes dão acesso a alimentos com elevado teor de açúcar e gorduras e deixam de lado os lacticionios frutas, e legumes..

Voltando ao tema, é no infantário que os bons hábitos alimentares, devem começar . Existem pais que não sabem o que é nutrição ou praticar um alimentação saudável e por este motivo cada vez mais importante que as escolas tem de o saber e fazer. . Além disso, há que tirar partido do comportamento em grupo. É muito mais fácil a uma criança comer determinado alimento se os coleguinhas o fizerem, do que em casa onde muitas vezes os próprios pais não o fazem. É evidente que isto baralha as crianças, mas se lhes for dito de forma acessível quais os benefícios que daí colhem - melhor desempenho no desporto e na escola para os rapazes, e nas meninas, aproveitando um pouco a vaidade que as caracteriza, realçar que os olhos, o cabelo ou a pele podem ficar mais bonitos. Não é provável que se alegarmos motivos de saúde fiquem a meditar sobre isso…

Devemos então, obrigar as crianças a comer?

Sim devemos fazê-lo, mas atenção a :

- As crianças não comem todas a mesma quantidade, tal depende da sua capacidade gástrica e do seu apetite, que pode variar ao longo dos dias;
- Deve saber-se distinguir uma intolerância alimentar do capricho de não querer comer ou provar certo alimento;
- Cada criança poderá eleger uma sopa, um prato ou um fruto que não goste, mas dos outros, mesmo não gostando muito, terá que comer sempre um pouco (não tendo que ser exactamente a quantidade que a educadora entende que ele deve comer);

Fev 6
Um vídeo, para desenjoar
posted by: admin in Alimentação on 02 6th, 2009 | | No Comments »

Como em tudo na vida,devemos variar o modo com fazemos as coisas, e por isso e para que não se torne uma página muito aborrecida, vou colocar um vídeo que resume muito bem o problemas da Obesidade Infantil!!

Jan 30
Alimentação para os nossos filhos
posted by: admin in Alimentação on 01 30th, 2009 | | No Comments »

Não duvido que todos queremos o melhor para os nossos filhos, mas será que o fazemos devidamente?

Para a alimentação do seu filho, devemos ter um guia que nos ajude a escolher que tipo de alimentação devemos fazer. Um bom exemplo é a nova roda dos alimentos.

O grande problema é que enquanto miúdos não gostam de diversos alimentos chegando até a fazer as mais variadas birras. Mas não podemos ceder. Vá experimentado novos alimentos e métodos culinários. Varie o mais possível. assim e se puder opte pelos alimentos favoritos dos miúdos, e tente introduzir regularmente.

A hidratação é algo que também dever ser levada em conta.

A água é fundamental para o rendimento físico e intelectual dos eu filho,. Um dos truques para o ” obrigar” a beber água, é colocar uma garrafa e de água  na lancheira do seu filho para que a beba ao longo do dia e para evitar que  opte por bebidas açucaradas.. As necessidades hídricas são diferentes consoante se é rapaz e rapariga e logicamente variam com a idade.


Idade

Necessidades hídricas

4–8 anos

1,2 L (~5 copos)

Rapazes

9–13 anos

1,8 L (~8 copos)

14–18 anos

2,6 L (~11 copos)

Raparigas

9–13 anos

1,6 L (~7 copos)

14–18 anos

1,8 L (~8 copos)

Jan 23

A roda dos alimentos é já muito conhecida por todos, e toda a gente sabe da sua importância para percebermos como nos devemos alimentar, mas se para um jovem/ adulto é algo simples de compreender, sei que as crianças não ligam mui to as isso . Assim, encontrei, no portal Nacional sapo, um jogo, interactivo e muito engraçado sobre a rodas dos alimento.

neste jogo é -nos ensinado toda a importância da roda, e no fiz há até uma sugestão para construir uma roda dos alimentos. Divertido e educacional. Assim deveriam ser todos os jogos para as crianças!!!

Podem ir a http://www.jogos-gratuitos.com/jogos-de-educacional/

Jan 9
O papel do leite nas escolas
posted by: admin in Alimentação, Geral on 01 9th, 2009 | | No Comments »

O papel do leite na promoção de

uma alimentação saudável

Os nutricionistas estão de acordo quando afirmam que é preferível optar por um maior número de (pequenas) refeições ao longo do dia, do que comer menos vezes… grandes refeições. A distribuição regular de alimentos ajuda a evitar quebras de energia e evita, sobretudo, que estas quebras sejam compensadas na refeição seguinte com um consumo excessivo de comida.

O leite pode desempenhar um papel importante neste âmbito, constituindo um dos alimentos mais indicados para quebrar estes intervalos, uma vez que é rico em água e contém toda uma paleta de nutrimentos necessários para repor as nossas reservas.

As recomendações da Nova Roda dos Alimentos

Roda dos Alimentos pode ser um instrumento útil para conhecer as proporções de alimentos que devem fazer parte da nossa alimentação diária: comendo todos os dias alimentos de cada grupo; escolhendo mais alimentos das fatias maiores da Roda e menos alimentos das mais pequenas; e variando os alimentos dentro da fatia… eis a fórmula para conseguir uma alimentação saudável, isto é: completa, equilibrada e variada.

Em relação ao grupo dos lacticínios, a Roda recomenda duas a três porções diárias deste tipo de alimentos. Exemplos de porções:

1 chávena almoçadeira de leite (250 ml)

1 iogurte líquido ou ½ iogurte sólido (200 g)

2 fatias finas de queijo (40 g)

¼ queijo fresco médio (50g)

Cada uma destas porções contém cerca de 8 g de proteínas e 300 mg de cálcio.

No entanto, o leite bem como os iogurtes e as frutas, como são ricos em açúcar de absorção rápida não devem ser ingeridos isoladamente, devendo optar-se por associar uma ou duas bolachas ou um pedaço de pão, de modo a que o amido retarde a absorção de açúcares.

Dez 19
A Coreia do Sul planeia ajudar as crianças obesas a perderem peso pagando-lhes as mensalidades em ginásios ou os custos com outras actividades físicas, anunciou o ministro da saúde sul-coreano, Chun Myungsook. De acordo com este responsável, só nos últimos três anos a obesidade infantil da Coreia do Sul triplicou, devido a uma mudança na dieta da população, com maior abundância de gorduras, e no estilo de vida, que se tornou mais sedentário
O governo sul-coreano pretende subsidiar mensalmente, em 33,58 euros, as crianças do ensino básico cujo índice de massa corporal as classifique como obesas. O objectivo é ajuda-las a perder peso através da actividade física. As autoridades estatais previram um mecanismo para impedir o uso desse dinheiro para outros fins. “As crianças não conseguirão gastar esse dinheiro em doces. Vamos dar títulos electrónicos que podem ser usados em locais designados”, afirmou Chun, explicando que esta medida é financeiramente compensadora para o país, pois, só em 2006, os custos para o governo e a economia resultantes da obesidade infantil foram de 1.150,8 milhões de euros.
Dez 5
Emagrecer em familia
posted by: admin in Alimentação, Geral on 12 5th, 2008 | | No Comments »
Não é necessário ser uma comunidade cientifica a afirmar isto… Mas por vezes não nos lembramos destes pequenos pormenores:É “injusto” estar toda a gente a comer um determinado tio de comida, por exemplo uma fatia bem grande de um bolo de chocolate, e ter a criança em questão a comer algo de que até nem gosta. Assim não há tratamento que resista.

O sucesso do tratamento da obesidade infantil deve-se basear principalmente em um programa que inclua envolvimento familiar, modificações da dieta, planeamento de actividades e componentes comportamentais, incluindo a prática de exercícios físicos. Um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition, de junho de 1998, concluiu que o tratamento de crianças obesas tendo exclusivamente os pais como agentes de mudança mostrou resultados melhores que o tratamento individualizado de crianças. Neste estudo, somente os pais ou responsáveis foram orientados e o planeamento alimentar da família como um todo foi avaliado e modificado.

Desta forma, as crianças obesas não se sentiram marginalizadas e conseguiram um maior sucesso na perda de peso. Esta forma de abordagem nem sempre é possível, mas considera-se muito importante que toda a família participe sempre do processo de adequação alimentar, para que essa dieta não se torne tão desagradável para a criança e para que ela não tenha de se privar da companhia da família durante as refeições. O tratamento da crianças obesas deve ser feito pelo médico de família em conjunto com um nutricionista. Existem algumas modificações na rotina familiar que podem fazer uma grande diferença para ajudar a criança a emagrecer sem muito sofrimento, como as seguintes:

* Preparar as refeições de maneira que possam ser saboreadas por toda a família, para que a criança não se sinta excluída;

* Servir as refeições em porções controladas, em vez de coloca-las em travessas, para evitar o consumo de grandes quantidades e a repetição dos pratos;

* Fazer com que as porções pareçam maiores usando pratos menores e colocando grande quantidade de alimentos de baixo valor calórico, como alface, agrião, tomate, palmito;

*Não preparar molhos ricos em gorduras e não colocar sobre a mesa maionese, requeijão, geleias, manteiga;

* Controlar o ambiente doméstico a fim de que alimentos muito calóricos não estejam acessíveis;

* Manter sempre o frigorífico com frutas, leite e iogurte desnatados, hortaliças, legumes e gelatinas;

* Não criticar a criança à mesa, para que ela não descarregue as frustrações no prato de comida. Se se acostumar a comer demais por outras razões que não a fome, provavelmente continuará a fazer isso pelo resto da vida.

* Enfatizar sempre o positivo, ou seja, dar uma maior importância ao que a criança pode comer, e não ao que ela não pode comer

* Elogiar sempre qualquer progresso que a criança estiver fazendo, estimular a criança a praticar alguma actividade física, como andar de bicicleta, de patins, caminhar, nadar, jogar futebol, etc.

 

Nov 28

li este artigo cientifico, e não podia deixar de partilhar convosco
A obesidade encontra-se essencialmente ligada a maus hábitos alimentares e baixos níveis de actividade física. Paralelamente aos comportamentos individuais, também se relaciona cada vez mais com políticas sociais, económicas e de desenvolvimento, como aquelas relacionadas com agricultura, transportes, planeamento urbano, ambiente, distribuição alimentar, processamento, marketing e educação. Neste contexto, tanto os governos, quanto as sociedades têm obrigação de contribuir para o controlo desta pandemia. As políticas mais eficazes serão seguramente aquelas que envolvam diferentes sectores governamentais, sociedade civil, o sector privado e outros stakeholders.

O excesso de peso e a obesidade têm vindo a aumentar drasticamente em Portugal, afectando com especial relevo, cada vez mais crianças e adolescentes. Na origem desta situação parecem estar padrões de comportamento alimentar em que se destacam consumos cada vez maiores de energia e calorias, açúcares, gorduras e também de sal, a par com reduções no consumo de cereais completos e hortaliças (frutos incluídos). Por outro lado, os níveis de actividade física são muito reduzidos em determinados grupos, sendo Portugal um dos países com mais elevada prevalência de inactividade física da União Europeia. Esta tendência provoca aumento de doença e mortes prematuras traduzindo custos humanos elevados assim como enorme impacte económico.

Os níveis de obesidade na União Europeia aumentaram entre 10-40% na última década. Particularmente, Portugal e outros países do Sul da Europa evidenciam valores de excesso de peso nas crianças entre os 7-11 anos que ultrapassam os 30%. Estima-se que cerca de 2-8% dos custos totais com a saúde nos países ocidentais possam ser atribuídos à obesidade. Assim, a abordagem da obesidade é importante do ponto de vista da saúde individual e colectiva, mas também na perspectiva de redução a prazo dos custos ligados aos serviços de saúde e do estímulo ao crescimento económico.
A OMS identificou o combate à obesidade como uma das áreas prioritárias em Saúde Pública e por conseguinte a acção sobre os seus determinantes.
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